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27 janeiro, 2014

Maria Teresa Maia Gonzalez

A escritora Maria Teresa Maia Gonzalez esteve na nossa Biblioteca, onde pode trabalhar com algumas turmas do 7º ano. Muito agradecemos a sua presença e o bom trabalho e participação dos nossos alunos.

Aqui estão as fotos dessa atividade.

22 janeiro, 2014

O Tigre Branco

 

Realizou-se na passada sexta-feira mais uma sessão do nosso Clube de Leitura. A obra comentada foi “O Reino do Dragão de Ouro”, de Isabel Allende, conforme publicámos aqui.

Decidiu-se que a próxima leitura será “O Tigre Branco” de Aravind Adiga”, que apresentamos aqui.

 

Sinopse tigre_branco_com1

“Premiado com o Booker Prize de 2008, O Tigre Branco é um romance de estreia auspicioso que, sem cair no cliché do romantismo exótico e superficial, nos revela uma Índia ainda muito pouco explorada pela ficção, a Índia negra, violenta e exuberante das desigualdades socioculturais endémicas. Aravind Adiga oferece-nos um retrato cru e muito pouco glamoroso da desumana realidade de vida das classes mais pobres pela voz espirituosa e mordaz do narrador, Balram Halwai, um jovem que cresce no interior miserável da Índia e se torna um empresário de sucesso em Bangalore. E é através do seu percurso moralmente ambíguo que conhecemos as discrepâncias chocantes entre o luxo extravagante da elite rica dos boulevards e a luta desesperada pela sobrevivência dos que nada têm. Uma comédia negra irreverente que desmistifica a Índia lírica e nostálgica que tantas vezes idealizamos. “

Presença, 2010

Este livro é uma carta escrita pelo protagonista,  Balram Halwai, e dirigida ao Primeiro-Ministro Chinês, que visitará a Índia em breve. Nela Balram descreve a sua vida. Oriundo de uma casta inferior, viveu uma infância miserável e cresceu sem saber o que era uma rede de esgotos ou a eletricidade. O pai morreu de tuberculose num hospital sem médicos, onde os doentes se deitavam em folhas de jornal. Balram cresceu, deixou para trás a sua terra e foi para a cidade,  em busca de trabalho.  Vítima  da sua condição inferior, Balram, apesar de ser inteligente,  não conseguiu fugir ao seu destino: servir os ricos, sofrer a injustiça, a miséria e a fome. O seu destino foi marcado pela casta a que pertencia.

Na carta de Balram está a realidade de uma nação corrupta, criminosa e repleta de vícios. Um assassino é facilmente ilibado do seu crime. Há sempre um criado que paga pelos erros alheios. Esta decadência da sociedade e do ser humano é descrita de forma brilhante, em tom direto, pautado por uma subtil ironia.

Fonte: http://planetamarcia.blogs.sapo.pt/343790.html (adaptado)

Concurso Nacional de Leitura


Foi na passada quinta-feira que se realizou a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura, para apurar quais os alunos que representarão a nossa escola na fase distrital do concurso.
Os concorrentes estão de parabéns, pois a sua participação é voluntária e a sua tarefa era responder a um questionário sobre os livros “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado e “Amados Gatos” de  José Jorge Letria. A prova foi considerada difícil, sobretudo a que dizia respeito a esta última obra, pois era constituída por um número elevado de pequenos contos.
Participaram 24 alunos: 8 do 7º ano, 13 do 8º e 3 do 9º ano. 
Os alunos responderam a cerca de 60 perguntas, tendo sido apurados os seguintes concorrentes:
1º Marta João, 9º E, com 47 respostas corretas;
2º Filipe Reis, 8º D, com 46 respostas corretas;
3º Ana Rita Pires, 7º J, com 45 respostas corretas.

13 janeiro, 2014

O Vale dos Yetis

 


"Tensing, o monge budista, e o seu discípulo,o príncipe Dil Bahadur, tinham escalado durante dias os altos cumes ao norte da cordilheira dos Himalaias, a região dos gelos eternos, onde só alguns lamas puseram os pés ao longo da história. Nenhum dos dois reparava nas horas, porque o tempo não lhes interessava. O calendário é uma invenção humana; a nível espiritual, o tempo não existe, ensinara o mestre ao seu aluno.
    Para eles o que importava era a travessia, que o jovem efectuava pela primeira vez. O monge recordava tê-lo feito numa vida anterior, mas essas lembranças eram um pouco confusas. Guiavam-se pelas indicações de um pergaminho e orientavam-se pelas estrelas, num terreno onde, mesmo no verão, imperavam condições muito duras. A temperatura, vários graus abaixo de zero, era suportável apenas durante alguns meses por ano, quando as temperaturas fatídicas deixavam de fustigar aquela região".

 
O Reino do Dragão de Ouro,  o terceiro volume da trilogia de Isabel Allende. Para além das peripécias vividas pelos protagonistas, a autora também desvela o valor e a simplicidade dos ensinamentos budistas.
 É assim que começa o romance
   E é deste modo que os membros do Clube de Leitura Ferreira de Castro começarão mais uma sessão, na próxima sexta-feira, dia 17 de janeiro, pelas 21h, na Biblioteca da nossa escola.

    E já agora, sabes o que é um yeti?
   


   

A Lua de Joana

"A Lua de Joana" de Maria Teresa Maia Gonzalez tem mais de 
300 000 exemplares vendidos, já foi traduzido em várias línguas e é um dos livros mais conhecidos e apreciados pelos jovens leitores.
Sobre ele escreveu o Padre Feytor Pinto: "Ao lermos A Lua de Joana não podemos deixar de pensar na forma como, muitas vezes, relegamos para segundo plano aquilo que é realmente importante na vida.  
Este livro alerta-nos para a importância de estarmos atentos a nós e ao outro, e de sermos capazes de, em conjunto, percorrer um caminho que conduza a uma vida plena...
Não deixe de o ler."

Maria Teresa Maia Gonzalez

A escritora Maria Teresa Maia Gozalez visitará a nossa escola, no dia 20 de janeiro, para estar à conversa com algumas turmas do 7.º ano que leram os seus livros.  
A escritora tem já uma vasta obra dedicada às crianças e aos jovens. Quem é que não ouviu  falar do livro "A Lua de Joana" e da coleção "O Clube das Chaves"