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25 novembro, 2013

Semana das Ciências







De 25 a 29 de novembro decorrerão algumas atividades referentes a Ciências Naturais e Físico-Químicas dirigidas aos alunos do 3º ciclo.

O Natal Chegou à Biblioteca

 

 

O Natal chegou à nossa Biblioteca com estes postais de natal que pintados pelos colaboradores que apoiam as atividades desenvolvidas neste espaço.


 

18 novembro, 2013

Clube de Leitura


Na sessão do Clube de Leitura sobre a obra de Mário de Carvalho "A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho", realizada no dia 15 de novembro, sobressaiu a boa disposição dos seus membros. No que diz respeito ao livro, todos destacaram não só o bom domínio do léxico do Português como também  a magnífica utilização da ironia.









Próxima sessão: 17 de janeiro de 2014
obra em destaque: O Reino do Dragão de Ouro, de Isabel Allende.

05 novembro, 2013

A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho

A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho é um conto narrativo de Mário de Carvalho, publicado em 1983. Trata-se de uma obra que vai amalgamar duas datas, as de 4 de Junho de 1148 e as de 29 de Setembro de 1984. No desenrolar da ação vai-se fazendo fortes críticas ao exército português e às forças paramilitares e policiais da década de 80.
Resumo
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O início do conto dá-se quando a musa da história, Clio, adormece e deixa dois fios da tapeçaria milenária da história enlearem-se, amalgamando-se as datas de 4 de Junho 1148 e de 29 de Setembro de 1984. De seguida, em Setembro, já no desenrolar da ação, Ibn-el-Muftar, um líder mouro, que conduzia o seu exército para a reconquista de Lisboa, - surpreso com a mudança de época e paisagem provocada por Clio - pensa estar sobre o efeito de um passe de magia cristã. O agente da PSP Manuel Reis Tobias que, no momento da chegada repentina do exército de Ibn-el-Muftar na Lisboa do século XX, estava de serviço, - escondido atrás de um prédio perto de uns semáforos onde era vulgar a sua transgressão - comunica uma mensagem ao posto de comando dizendo que havia uma manifestação não autorizada na Avenida Gago Coutinho e parte do Areeiro. Poucos minutos mais tarde, chega a polícia de intervenção rápida que, ao tentar "limpar a avenida", é desmobilizada ao ver que a cavalaria moura se preparara para investir contra eles. No entanto, o exército português chega, depois de ter sido pedido o seu auxílio pela PSP. O capitão Aurélio Soares das Forças Armadas Portuguesas consegue alcançar Ibn-el-Muftar para diálogo, depois içar uma bandeira branca. Depois de se saudarem os dois em árabe, Ibn-el-Muftar e o seu exército desaparecem deixando o capitão Soares e toda a escolta militar confusa com aquele fenómeno.
A causa desse súbito desaparecimento fora o facto da deusa Clio ter despertado do seu sono e retificado o curso da história, fazendo desaparecer os mouros e fazendo esquecer todas as pessoas que testemunharam aquele fenómeno que nada tinha acontecido. Visto que ninguém sabia o que se passara, os oficiais responsáveis pelas forças policiais e militares portuguesas que intervieram na ação, tiveram que explicar em tribunal marcial o porquê de se encontrarem na Avenida Gago Coutinho com respetivos batalhões, sem aparentemente nada se ter sucedido. Já para o exército de Ibn-el-Muftar o acontecimento foi menos grave, uma vez que eles aproveitaram o caminho de regresso para devastar os campos agrícolas de Santarém. É uma obra versátil e adequada a qualquer idade!
                                                                                                                                                    Fonte: Wikipédia
 

04 novembro, 2013

Dia Mundial Alimentação

Na semana de 14 a 18 de outubro, a biblioteca dinamizou A Semana da Alimentação Saudável, para celebrar o Dia Mundial da Alimentação.  12 turmas visitaram  exposições, viram apresentação sobre a roda dos alimentos  e os alunos puderam ainda determir o seu índice de massa corporal.

Os Frutos

FRUTOS

Eugénio de Andrade

Pêssegos, peras, laranjas,                                  
morangos, cerejas, figos,
maçãs, melão, melancia,
ó música de meus sentidos,
pura delícia da língua;
deixai-me agora falar
do fruto que me fascina,
pelo sabor, pela cor,
pelo aroma das sílabas:
tangerina, tangerina.

Estória do Gato e da Lua